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Artigo de Atualização em Alergia Alimentar 2025 é publicado em revista


O artigo foi publicado pela revista oficial de comunicação científica da ASBAI – Associação Brasileira de Alergia e Imunologia e da SLaai - Sociedade Latino-americana de Alergia, Asma e Imunologia (SLaai).

Por Leda Alves

Artigo de Atualização em Alergia Alimentar 2025 é publicado em revista

O artigo "Atualização em Alergia Alimentar 2025: posicionamento conjunto da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia e Sociedade Brasileira de Pediatria" foi escrito a várias mãos de vários especialistas, entre eles, Dra. Ariana Yang, alergista e imunologista, muito conhecida e acessível às comunidades de famílias com alergias alimentares por meio de suas contribuições com informações atualizadas e esclarecimentos, seja por meio de suas redes sociais ou de veículos de comunicação que solicitam sua participação em entrevistas e reportagens tanto no rádio como tv. Já concedeu várias entrevistas para Leda Alves no programa Livre Alimentar, veiculado na rádio Metrópole de Cuiabá-MT. Além dela, há também Dra. Renata Cocco, alergista que participou como palestrante do 1º Encontros e Conexões sobre Alergias Alimentares realizado em 2023 em SP por Bianca Kirschner do portal Conexão Alimentar, também contribuindo com as famílias que se fizeram presentes no evento, ao compartilhar um panorama atualizado sobre alergias alimentares. E assim, vários outros nomes de profissionais que constam no artigo, que certamente estão sempre se atualizando para promover melhor qualidade de vida para seus pacientes alérgicos.

O artigo foi publicado na revista AAAI (Arquivos de Asma, Alergia e Imunologia), que foi lançada em 2017 e é o meio oficial de comunicação científica da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia - ASBAI e da Sociedade Latino-Americana de Alergia, Asma e Imunologia (SLaai) e pode ser acessada pelo site www.asbai.org.br.

O resumo traz que a prevalência da alergia alimentar (AA) tem aumentado em todo o mundo, e que isso a torna um problema de saúde pública, respondendo por parte das reações adversas a alimentos e que tem início geralmente precoce, sendo que as manifestações clínicas variam de acordo com os mecanismos imunológicos envolvidos. 

Segundo o artigo, o diagnóstico mais preciso é possível mediante a identificação das variadas formas clínicas de apresentação da AA, juntamente com novos métodos laboratoriais e a padronização dos testes de provocação oral. Ainda segundo o texto do artigo "apesar da identificação de novos fatores de risco e de novos alérgenos alimentares, a exclusão do alimento responsável pelas manifestações clínicas continua sendo a principal conduta terapêutica." 

No entanto, assim como Dra. Ariana Yang já falou durante participação no programa Livre Alimentar e também durante o curso anual de imersão em Alergia Alimentar para nutricionistas e pediatras (FANP), o tratamento não se resume apenas a exclusão do alimento (tratamento passivo), podendo ser também ativo. Sobre isso o artigo traz que "Na atualidade, a imunoterapia oral tem sido cada vez mais utilizada, e os imunobiológicos também são apresentados à luz das evidências científicas e clínicas atuais, assim como considerações sobre história natural da AA e formas de prevenção da AA."

O documento na íntegra tem 92 páginas, teve como base o Consenso Brasileiro sobre Alergia Alimentar de 2018, reuniu diversos especialistas no tratamento das Alergias Alimentares e pode ser acessado no link a seguir:

https://asbai.org.br/revista-aaai/